Cidade Mundial, uma música entre tantas outras

O tema cidade mundial é recorrente na Geografia. Mas, neste post, não quero entrar em uma discussão teórica.

Segue um clip de uma música chamada Empire State of mind. Acredito que seja um material interessante para uma aula. Achei um vídeo com legenda, fundamental para nossos alunos e útil para alguns de nós (e eu me incluo nessa galera semi analfabeta em inglês).

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Game of thrones – a morte de lord Stark


No jogo dos Tronos, você vence ou você morre.

Os leitores / telespectadores de Game of thrones conhecem essa frase. Por isso não entendi o repúdio e espanto com a morte de Lord Stark. Ele era um nobre/soldado, sem nenhuma aptidão para a política. Ele foi jogado aos lobos e o resultado só poderia ser esse.

Não sei se a ideia maquineísta de bem e mal podem ser inseridas aqui. Os Lannister não são mocinhos e o Stark também não. Na verdade, não vejo mocinhos nesse seriado, vejo um monte de gente tentando sobreviver e ascender no aspecto social, político ou econômico.

Pelo que fiquei sabendo, muitos outros ainda morrerão. Além da iminente guerra entre o Norte e o rei, a luta pelo trono e o nascimento dos dragões, não se esqueçam: o inverno está chegando.

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Games of Thrones – os dragões renascem

Game of thrones é uma série da HBO. Ela é baseada na saga A Song of Ice and Fire, escrita por George R. R. Martin. Para quem acompanha, pelos livros ou pela tv, essa cena é muito boa.

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O prazer e a razão – Freud

The pleasure of satisfying a savage instict, undomesticated by the ego, is uncomparably much more intense than the one as satisfying a tamed instict.

The reason is becoming the enemy that prevents us from a lot of possibilities of pleasure.

S. Freud

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O inferno é exotérmico ou endotérmico?

Pergunta feita pelo Dr. Fernando, da FATEC, em sua prova final do curso de maio de 1997. Este doutor é reconhecido por fazer perguntas do tipo: “Por que os aviões voam?” em suas provas finais. Sua única questão na prova final de maio de 1997 para sua turma foi: “O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique sua resposta.”

Vários alunos justificaram suas opiniões baseados na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma. Um aluno escreveu o seguinte:

Primeiramente, postulamos que se almas existem; então elas devem ter alguma massa. Se elas têm, então um conjunto de almas também tem massa.

Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno?

Então podemos assumir seguramente que uma vez que uma alma entra no inferno ela nunca mais sai. Por isso não há almas saindo. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo hoje em dia. Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno… Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno.

Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno.

Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem então duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir.

2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele.

Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da FATEC me disse no primeiro ano: “só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar”. Levando-se em conta que ainda não obtive sucesso na tentativa de ter relações sexuais com ela, então a opção 2 não é verdadeira. “Por isso, o inferno é exotérmico.”

O aluno Sérgio Fonseca tirou o único 10 na turma.

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Como não pilotar na cidade

Eu adoro andar de moto. Reconheço  que é perigoso, principalmente no Brasil, mas não tem jeito, é uma sensação muito boa, viciante. Sou bastante “comportado”, respeitador da leis e do bom senso.

O vídeo abaixo mostra quase tudo que um piloto não deve fazer, mas é impressionante. Enfim, não recomendo ninguém a tentar isso, da mesma forma que eu jamais faria um negócio desse. Eu não descarto a possibilidade que o vídeo seja falso ou montagem.

A moto utilizada é uma Yamaha R1 (1.000 cilindradas / 182 cavalos)

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Revista Forbes – as pessoas mais poderosas do mundo 2011

A Revista Forbes é famosa, dentre outros motivos, por suas listas ou ranking. Hoje, eu vi a lista de pessoas mais poderosas do mundo em 2011. Algumas observações:

1. O domínio estadunidense não é surpresa. O Império, apesar da crise, está firme e forte;

2. A ascenção chinesa está consolidada. Entre as 15 personalidades mais importantes aparecem 3 chineses, todos políticos;

3. As mulheres são minoria, apenas 6 entre 70 personalidades. Contudo, o número aumenta a cada ano;

4. O meio técnico científico informacional se consolida. Bill gates (Microsoft) e Mark Zuckerberg (Facebook) são os únicos empresários entre as 10 pessoas mais importantes ou influentes do mundo. Eles estão na frente de alguns presidentes e primeiro-ministros.

Enfim, a lista completa pode ser vista aqui: http://www.forbes.com/powerful-people/list/

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Segurança digital – atualize seus programas

Alguns anos atrás criou-se a cultura de usar antivírus. Foi uma boa iniciativa que dificultou a propagação de vírus e aumentou a segurança digital. É claro que nem tudo são flores, existem vários problemas, como não atualizar o programa, mas é muito importante que se use esse tipo de software. Além do uso de antivírus é necessário prestar atenção em outros dois aspectos do seu pc: atualizar o sistema operacional e o navegador.

Sistema Operacional – Windows

Manter o sistema operacional atualizado é fundamental. É mais importante que manter o programa de antivírus, se forem observadas algumas regras de segurança. O Windows faz a atualização automaticamente, uma facilidade enorme. O problema está em quem não tem uma cópia válida do Windows. Normalmente, estes usuários não fazem ou não podem fazer a atualização do sistema, logo, ficam desprotegidos. Enfim, a pirataria colabora para uma Internet menos segura.

Atualize seu navegador

Qualquer que seja o seu navegador ou browser, é importante mantê-lo atualizado, ou seja, ter sempre a última versão (não é pra colocar uma versão de teste ou beta).

Aproveitando o tema, uma dica ‘radical’:

Se você usa Internet Explorer (IE), pare !

Instale outro navegador, pode ser o Opera, safari, Chrome ou o firefox. Por que? Porque a segurança desses programas é muito maior e melhor. Se mesmo assim quiser continuar com o IE, atualize-o! Nada de usar a versão 5, 6 ou 7. A última versão é a 9.

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Tipos de motociclistas

Este é um pequeno glossário sobre os seres e espécies de seres bípedes que fazem parte da fauna de duas rodas. É sempre bom conhecer estes termos, pois deve-se ter um certo cuidado ao adereçar um destes seres, pois se chamá-lo pela denominação errada com certeza vai levar um xingão.

Motoqueiro: Indivíduo bípede que anda sobre uma máquina que também tem dois pontos de contato com o solo. Notem que qualquer ser que consegue equilibrar-se sobre os quartos traseiros pode ser motoqueiro (com o preço que está uma CG 84 a álcool, qualquer um pode). Quando este indivíduo comprou seu veículo de duas rodas, acreditava que qualquer coisa sobre o asfalto com mais de duas rodas é um obstáculo a ser vencido (tem certeza que se tivesse comprado aquela DT 180 85 daria para pular por cima). Atualmente, depois de três multas por andar sem capacete, várias mijadas de guardas por estar de chinelo e sua foto (ou melhor, a da traseira da moto com ele cobrindo a placa com a mão enquanto “fazia bundão” pro pardal) espalhada por todas as repartições do Detran, ele É o dono da rua.! Sua próxima aquisição será aquele ferrinho de pôr na rabeta para poder empinar sem estourar a lanterna traseira…Aí sim vai ser animal passar nos pardais.

Motociclista: Ser humano sobre uma máquina de duas rodas. Se considera a casta nobre dos condutores de veículos motorizados, pois só anda de capacete, não grita “Volta pra cozinha!!!!” quando uma mulher inadvertidamente lhe fecha no trânsito e nunca joga papel de bala no chão. Não consegue ficar 15 minutos sem pensar na sua possante, e acha que não existe coisa melhor no mundo do que andar de moto. Se sua mulher deixasse, guardava a moto na sala de jantar. Mas como não há substituto para sexo, guarda a moto debaixo de uma lona na garagem mesmo (mas só cobre depois do motor esfriar, nem que tenha que ir até a garagem as 3:00 horas da manhã mais fria do inverno para cobrí-la).

Biker: Ser totalmente sui generis. Também se considera de uma casta nobre, mas de um filó absolutamente diferente dos demais. Começou aos 10 anos com uma Caloi Super, de quadro de ferro e 10 marchas (era o moleque mais rápido do quarteirão no Polícia e Ladrão sobre bicicletas). Quando cresceu e virou gente, a 1ª moto que comprou foi uma RD350, que passsava horas lavando e encerando. Divertiu-se muito com esta RD (“Meu, tu não acredita em quantos minuto fiz do trampo pra casa, e isso ao meio-dia”).

Aí ganhou mais dinheiro, teve dois filhos, trocou a Parati rebaixada com vidro fumê por um Santana de 4 portas e comprou uma esportiva. Mais de 130 cavalos, sem contar o condutor, e velocidade final de 270 km/h (mas com o Sarachú que ele vai colocar vai passar dos 285 frouxo). Sua diversão é subir até o topo da serra e descer, uma vez atrás da outra, das 8:00 às 11:30 de todo sábado de sol, fazendo todas as curvas na horizontal. Sempre se veste com uma jaqueta que se liga por zíper à calça, das cores mais psicodélicas possíveis e que geralmente custam um valor de 4 dígitos. Quando chega em casa pro almoço depois do exercício de sábado, a 1ª; coisa que faz é abrir a jaqueta de guerreiro do futuro pós-apocalíptico e amarrar as mangas na cintura e em seguida atacar a geladeira atrás de líquidos, pois q! uase desidrata de tanto suar dentro do uniforme. Depois de beber dois litros de água, suco, chá, cerveja, etc, beija a mulher (como sempre ela manda ele tomar banho porque está fedendo chulé) e vai vistoriar os novos riscos nas pedaleiras que fez naquelas curvas animais da serra. E pensa consigo mesmo “Até sábado que vem ponho o Sarachu, aí sim vai dar pra aproveitar toda a potência da moto”.

Coxinha: Na verdade, esta definição serve para todas as tribos. É aquele ser que tem um veículo de duas rodas dentro da sala de TV. Acha que o importante é ficar babando em cima da moto, e só anda com ela nos fins de semana de sol e quando emenda um feriadão e não vai viajar com a patroa e os 3 filhos. Seu maior prazer é sair de carro com os amigos e falar de motos. Quando sai para dar umas voltas (depois de entrar no site do Inmet para ver se corria risco de tomar chuva naquele sábado de céu azul), não pára em sinaleiro sem ficar acelerando o motor.

Geralmente sai no gás para frear em cima do carro em frente a 30 metros.

Sua política é que moto é a melhor coisa do mundo, mas em viagem de mais de 30 km é melhor ir de carro por ser mais seguro, ter rádio toca-fita com magazine de 12 CDs no porta-malas, ar condicionado, etc. Além do mais, não sei não, mas parece que vai chover semana que vem, por isso não sei se vai dar pra ir junto com vocês…

Tiro Curto: Denominação dada a um ser vivente sobre duas rodas que vai a qualquer encontro, em qualquer lugar, pagando ou não, com qualquer tempo, mas raramente chega lá no dia programado. Sempre fica no meio do caminho para arrumar um probleminha na moto que só depende de se conseguir uma peçinha na cidade vizinha. A sua moto é o arquétipo da moto ideal, mecanicamente perfeita, e aqueles barulhinhos irregulares são charme. A bomba de óleo que estourou ontem, o fluido de freio vazando na semana passada e a torneira de combustível entupida do último encontro (30 dias antes) são coisas da vida que acontecem com qualquer um. Geralmente é o 1º a apoiar a idéia do MC comprar uma carretinha pro carro de apoio (“Lembra daquela vez que o Ciclano teve de dormir naquele motel pulgueiro? Ainda bem que não estava junt! o, já que minha moto estava na revisão, mas se a gente tivesse a carreta vocês poderiam ter colocado aquela porcaria da moto dele em cima”). Facilmente reconhecido, pois conhece os nomes de todo mundo na sua concessionária, do mecânico-chefe ao gerente ao cara de CG que faz entregas. Quando consegue chegar de volta de um encontro sobre a moto (e não dentro do carro de apoio) fala pra todo mundo que este foi um dos melhores encontros que aquela cidadezinha já fez. Muito melhor que o do ano passado, pois de tanta chuva (na verdade era uma garoa forte) molhou as velas e teve de dormir num hotel na entrada da cidade que lhe cobrou uma nota preta. “Este ano foi diferente, a organização não deixou ninguém nos explorar com hotéis caros… Aquela mancha de óleo ali? Isso é óleo que jogaram embaixo só para me sacanear. Esta moto não dá oficina”.!

CGzeiro: Começou com uma Turuna 80 (aliás, impecável) do tio dele e agora esta já na sua 3ª Today. Seu sonho de consumo era uma Titan ES, mas agora com a YBR, está em dúvida…se a troca de óleo for mais barata pode até pensar. Entre seus amigos é muito querido, pois além de fazer zerinhos perfeitos (“aquela vez que a moto escapou e acertou um Palio 16v estacionado do outro lado da rua foi porque a rua ali na frente do colégio tem muita pedrinha solta por causa dos ônibus que passam de monte”) faz a melhor antena corta-cerol do bairro. Pensa um dia escrever para a Duas Rodas e perguntar se não querem fazer um teste com seu corta-cerol. Numa dessas pode até começar a faturar uns trocados com os pedidos…

Superbiker: Ser sobre duas rodas bastante curioso. Sua filosofia de vida é chegar lá. Não importa onde, desde que seja rápido. E antes dos colegas com aquelas velharias de 1998. Seu modo de trajar é bastante semelhante ao do biker, mas diferem por sempre usarem capacetes de fibra de carbono com kevlar trançado, viseira anti-embaçante e a prova de impactos e cinta jugular acolchoada de nylon anti-alérgico que pesa somente 127 g. Têm um jeito peculiar de andar quando estão sobre os próprios pés, pois sempre inclinam a cabeça para frente para melhorar a penetração aerodinâmica. Não são muito vistos sobre as motos, pois quando você vai olhar eles já passaram. Detestam andar devagar, pois o pressurized air charged direct double induction system só começa a funcionar a partir do! s 195 km/h (se bem que a nível do mar já entra nos 185 km/h). Além do mais, andar a menos de 200 km/h é coisa de frouxo.

São facilmente reconhecíveis nas boates dos encontros, pois sempre são os primeiros a chegar, e quando se pergunta a um deles se o túnel na BR ainda estava em reformas eles respondem “Reformas? Não vi máquina nenhuma…”. Outra característica marcante é seu ódio descomunal a insetos. Isto porque dói pra cacete levar uma besourada no pescoço a 298 km/h. Acredita piamente que até o ano 2010 estarão em produção motos de série que rompem a barreira do som (“Aí sim vai dar para curtir o vento no rosto…”).

Cruiser (Custom): Seu nome é derivado do tipo de moto de duas rodas que pilotam. Sua filosofia de vida é ir, não importa quanto tempo leva nem se vão chegar lá. Só ouvem rock, e respiram couro e comem cromo. Se não for cromado não presta. Vestem-se dos pés a cabeça com roupas de couro (até no capacete as vezes), incluindo-se cuecas e meias, geralmente na cor preta. Além do couro, adoram usar penduricalhos presos a roupa, como correntinhas, broches, etc. Não gostam muito do verão por que no sol toda esta roupa preta esquenta pra cacete. Consideram-se os bad boys do reino de duas rodas, mas a maioria pede: “por favor, não fala palavrão” e até respeitam mulheres no trânsito. Também não gostam de insetos, pois como geralmente usam elmos abertos, detestam comê-los quando e! stão pilotando. Nos encontros, se você perguntar se o túnel na BR ainda está em reformas, respondem com detalhes, pois andam tão devagar que conseguem até ler o nome nos crachás dos trabalhadores.

Trilheiro: Este ser não faz parte da fauna urbana, pois só se sente a vontade quando está no meio do mato. Seu credo é “no barro é que me realizo”. Estes bípedes só são felizes quando estão com barro até a cueca, já que andar no asfalto é coisa de mariquinha. Quanto mais chover melhor, pois assim a trilha estará bem enlameada. É um dos poucos seres sobre motos que sabe lavar roupa, pois sua mulher se recusa a pôr a mão ou deixar que a empregada lave aquela imundície que é a roupa dele andar de moto. Detestam os coxinhas e flanelinhas (ver abaixo), já que moto limpa não presta e é no mínimo coisa de fresco. Não vão muito a encontros, pois só existem encontros em cidades, nunca na terra ou no mato, e andar no asfalto é coisa de mariazi! nha.

Flanelinha: Também é um categoria de ser, sendo encontardo em todas as tribos e filos. Este ser bípide tem como meta na vida deixar sua moto brilhando. Não existe coisa pior que mancha ou sujeira. Também são uns dos poucos que lavam roupa, pois só usam roupa limpa ao andar de moto para não sujar o banco. Nos encontros que vão (apenas na época de seca e somente em cidades limpas) ganham todos os prêmios de moto mais bem conservada. Caracteristicamente sempre carregam um paninho, pois sempre pode aparecer uma sujeirinha. Conhecem de cor nomes e fabricantes de todas as marcas e tipos de cêras e polidores, além de conseguirem citar de traz para frente a sequência de lavagem de sua moto. Uns chegam ao ponto de plastificar a moto inteira (“Sabe como é, radiação ultra-violeta pode danificar a pintura. Nunca ! dá pra descuidar”). Nos encontros, para achá-los é só ir onde estão as meninas em trajes mínimos lavando motos. Geralmente tem um flanelinha ajudando ou ensinado elas a lavar.

Estradeiro: É uma espécie de nômade, que ainda não conseguiu criar raízes em lugar algum. Na dúvida, ele pega a estrada, não importa pra onde, desde que seja longe. Também não se importa em quanto tempo vai levar ou se tem alguma coisa lá, o importante é ir. Uma de suas características é transformar a moto num motorhome, com malas, alforjes, bagageiros, mochilas e pochetes por tudo, sempre com um 2º capacete em cima da pilha mais alta. Ó único ser sobre duas rodas que acha que talvez não seja totalmente verídica a estória que todo caminhoneiro tem a mãe na zona. Afinal, naquela viagem do mês passado ao Aconcágua que fez saindo pela Transamazônica, foi um caminhoneiro que lhe deu carona de volta a Manaus quando o pneu traseiro rasgou. Também não gosta d! e insetos, porque deixam aquela mancha verde na viseira. Sempre que se encontrar um estradeiro e ele disser já volto, desconfie, pois pode resolver que faz tempo que não vai às Missões e só voltar dali a um mês. Se pudesse, trocaria o irmão mais novo para ir de moto à Daytona. Saindo da Terra do Fogo, é claro.

Motoclube: Uma reunião formal, legalizada e com estatuto de seres sobre duas rodas. Normalmente, é composto por apenas uma espécie de ser, e todos são identificados por uma jaqueta ou colete de preferência bem surrados com uma figura nas costas e escrito embaixo “Pelo asfalto, minha vida” ou qualquer outro dizer imperioso assim. Quanto mais coisas e penduricalhos conseguir colar, costurar ou amarrar no colete ou jaqueta, melhor. Seus integrantes, nos encontros, só se misturam com integrantes de outros MC de seres da mesma espécie, e sua principal diversão é falar mal dos encontros pagos e das outras espécies. Alguns até tem sede própria, onde fazem as reuniões para decidir que encontro pagos vão boicotar ou qual membro vai ser punido por não usar o broche do grupo no último encontro que foram. A maior ! ocupação de seus integrantes é confeccionar adesivos para poderem trocar com os outros MC e aí colar no painel da sede. Os Motoclubes mais abonados mandam pintar o carro de apoio, a carretinha e a sede inteira com as cores do grupo, e com uma baita brasão na parede (no carro de apoio colocam aqueles adesivos magnéticos com o emblema do MC nas portas). Para se relacionar bem com estes seres, é necessário certo conhecimento de zoologia para se poder saber qual o bicho é o animal que adotaram como símbolo (além dos seus hábitos, se é carnívoro, onde se encontra, seus ritos de acasalamento, etc.).

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Banco de dados – Mata Atlântica

A Mata Atlântica é a queridinha de muitos ambientalistas. Só restam uns 5% de sua cobertura original (esse número varia conforme a instituição/estudo). A biodiversidade dela é, ou era, muito grande. Maior, inclusive, do que a biodiversidade da floresta Amazônica.

Conheça um banco de dados muito interessante sobre a Mata Atlântica. O link é esse: www.bioatlantica.org.br/geoatlantica

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