<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Divagando &#187; amor</title>
	<atom:link href="http://divagando.net.br/blog/tag/amor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://divagando.net.br/blog</link>
	<description>É, bem, humm, ok .... ou não</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 17:51:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Os sentimentos brincando de esconde-esconde</title>
		<link>http://divagando.net.br/blog/2011/10/os-sentimentos-brincando-de-esconde-esconde/</link>
		<comments>http://divagando.net.br/blog/2011/10/os-sentimentos-brincando-de-esconde-esconde/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 18:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos / Crônicas / Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[loucura]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://divagando.net.br/blog/?p=414</guid>
		<description><![CDATA[Amigos, contam que uma vez se reuniram todos os sentimentos e qualidades dos homens em algum lugar da terra. Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhe propôs: – Vamos brincar de esconde-esconde? &#8230; <a href="http://divagando.net.br/blog/2011/10/os-sentimentos-brincando-de-esconde-esconde/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;">Amigos, contam que uma vez se reuniram todos os sentimentos e qualidades dos homens em algum lugar da terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o <strong>ABORRECIMENTO </strong>havia reclamado pela terceira vez, a <strong>LOUCURA</strong>, como sempre tão louca, lhe propôs: – Vamos brincar de esconde-esconde?</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>INTRIGA </strong>levantou a sombrancelha, intrigada. A <strong>CURIOSIDADE</strong>, sem poder conter-se, perguntou: – Esconde-esconde?! Como é isso?</p>
<p style="text-align: justify;">- É um jogo, explicou a <strong>LOUCURA</strong>, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>ENTUSIASMO </strong>dançou, seguido pela <strong>EUFORIA</strong>. A <strong>ALEGRIA </strong>deu tantos saltos que acabou por convencer a <strong>DÚVIDA </strong>e até mesmo a <strong>APATIA</strong>, que nunca se interessava por nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem todos quiseram participar: A <strong>VERDADE </strong>preferiu não esconder-se. “Para que? Se no final todos me encontram?” – Pensou.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>SOBERBA </strong>opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a idéia não tivesse sido dela); e a <strong>COVARDIA </strong>preferiu não arriscar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">- Um, dois, três, quatro… – Começou a contar a <strong>LOUCURA</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira a esconder-se foi a <strong>PRESSA</strong>, que, como sempre, caiu atrás da primeira pedra do caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>FÉ </strong>subiu ao céu e a <strong>INVEJA </strong>se escondeu atrás da sombra do <strong>TRIUNFO</strong>, que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>GENEROSIDADE </strong>quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos: Se era um lago cristalino, ideal para <strong>BELEZA</strong>. Se era a copa de uma árvore, perfeito para a <strong>TIMIDEZ</strong>. Se era o vôo de uma borboleta, o melhor para <strong>VOLÚPIA</strong>. Se era uma rajada de vento, magnífico para <strong>LIBERDADE</strong>. E assim acabou escondendo-se em um raio de sol.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>EGOÍSMO</strong>, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo, mas apenas para ele.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>MENTIRA </strong>escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris). A <strong>PAIXÃO </strong>e o <strong>DESEJO </strong>esconderam-se no centro dos vulcões. O <strong>ESQUECIMENTO</strong>, não recordo-me onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a <strong>LOUCURA </strong>estava lá pelo 999.999, o <strong>AMOR </strong>ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados. Até que encontrou uma rosa e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.</p>
<p style="text-align: justify;">- Um milhão!!! – Terminou de contar a <strong>LOUCURA </strong>e começou a busca.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira a aparecer foi a <strong>PRESSA</strong>, apenas a três passos de uma pedra. Depois escutou-se a <strong>FÉ </strong>discutindo com Deus, no céu, sobre geografia. Sentiu vibrar a <strong>PAIXÃO </strong>e o <strong>DESEJO </strong>nos vulcões.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um descuido, encontrou a <strong>INVEJA </strong>e, é claro, pode deduzir onde estava o <strong>TRIUNFO</strong>. O <strong>EGOÍSMO</strong>, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.</p>
<p style="text-align: justify;">De tanto caminhar sentiu sede. Ao aproximar-se de um lago descobriu a <strong>BELEZA</strong>. A <strong>DÚVIDA </strong>foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada em cima de uma cerca, sem decidir de que lado esconder-se.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim foi encontrando a todos: O <strong>TALENTO </strong>entre a erva fresca, a <strong>ANGÚSTIA </strong>em uma cova escura, a <strong>MENTIRA </strong>atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano), e até o <strong>ESQUECIMENTO</strong>, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o <strong>AMOR </strong>não aparecia em nenhum local.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>LOUCURA </strong>procurou atrás de cada árvore, embaixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral, pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o <strong>AMOR </strong>nos olhos. A <strong>LOUCURA </strong>não sabia o que fazer para desculpar-se. Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra: O <strong>AMOR </strong>é cego e a <strong>LOUCURA </strong>sempre o acompanha.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://divagando.net.br/blog/2011/10/os-sentimentos-brincando-de-esconde-esconde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Amor e o Tempo</title>
		<link>http://divagando.net.br/blog/2011/10/o-amor-e-o-tempo/</link>
		<comments>http://divagando.net.br/blog/2011/10/o-amor-e-o-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 18:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos / Crônicas / Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://divagando.net.br/blog/?p=412</guid>
		<description><![CDATA[Houve um tempo em que numa ilha muito pequena habitavam os sentimentos como habitados hoje na Terra. Nesta ilha, viviam em harmonia o Amor, a Tristeza, a Sabedoria, a Vaidade, a Alegria, a Riqueza e todos os outros sentimentos. Um &#8230; <a href="http://divagando.net.br/blog/2011/10/o-amor-e-o-tempo/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Houve um tempo em que numa ilha muito pequena habitavam os sentimentos como habitados hoje na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta ilha, viviam em harmonia o <strong>Amor</strong>, a <strong>Tristeza</strong>, a <strong>Sabedoria</strong>, a <strong>Vaidade</strong>, a <strong>Alegria</strong>, a <strong>Riqueza </strong>e todos os outros sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dia, num desses em que a natureza parece revoltar-se, o <strong>Amor </strong>acordou apavorado porque sentiu que sua ilha estava sendo inundada. Mas esqueceu-se logo do medo que sentia e cuidou para que todos os sentimentos se salvassem.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos correram e pegaram seus barcos e fugiram para um morro bem alto, de onde poderiam ver toda a ilha sendo inundada mas sem que corressem perigo. Só <strong>Amor </strong>não se apressou , o <strong>Amor </strong>nunca se apressa. Ele queria ficar um pouquinho mais em sua ilha. Mas, quando já estava quase se afogando, o <strong>Amor </strong>lembrou-se que não poderia morrer. Então correu em direção aos barcos que partiam e gritou por socorro.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Riqueza</strong>, ouvindo seu grito, tratou logo de responder que não iria levá-lo, pois com todo o ouro e prata que carregava temia que seu barco se afundasse.</p>
<p style="text-align: justify;">Passou então a <strong>Vaidade </strong>que também não poderia levá-lo, uma vez que ele , o <strong>Amor</strong>, se sujara por demais ajudando os outros e ela, a <strong>Vaidade</strong>, não suportava sujeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo atrás da <strong>Vaidade</strong>, vinha a <strong>Tristeza</strong>, que sentia-se tão profunda que não queria a companhia de ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Passou também a <strong>Alegria</strong>, mas esta, tão alegre estava, que não ouviu o pranto do <strong>Amor</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem esperanças, o <strong>Amor </strong>sentou-se na última pedra que ainda se via sobre a superfície da água e começou a minguar. Seu pranto foi tão triste que chamou a atenção de um velhinho que passava com seu barco. O velhinho apanhou o <strong>Amor </strong>em seus braços e o levou para o morro alto, junto aos outros sentimentos. Recuperando-se, o <strong>Amor </strong>perguntou à <strong>Sabedoria </strong>quem era o velhinho que o ajudara, quando esta lhe respondeu…</p>
<p style="text-align: justify;">- O <strong>Tempo </strong>…</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Amor </strong>questionou :</p>
<p style="text-align: justify;">- Por que só o <strong>Tempo </strong>pode me trazer aqui ?</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Sabedoria </strong>então lhe respondeu:</p>
<p style="text-align: justify;">- Porque só o <strong>Tempo </strong>tem a capacidade de ajudar o <strong>Amor </strong>a chegar aos lugares mais difíceis!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://divagando.net.br/blog/2011/10/o-amor-e-o-tempo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

