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Dia do professor

Semana passada comemoramos (?) o dia do professor – 15 de outubro.

O presidente joão Goulart, em 1963, decidiu que esse dia deveria homenagear os professores e seria feriado educacional nacional. As escolas não funcionariam.

Esse ano, pela primeira vez, as escolas estaduais fluminenses funcionaram no dia do professor, foi uma ordem do governador Sérgio Cabral.

Em primeiro lugar: não sei se ele poderia fazer isso, o feriado é nacional, como um governador pode mudar uma ‘ordem’ de um presidente ?

Em segundo lugar: essa mania de se mudar feriado é um absurdo ! Não interessa o dia da semana em que cai o feriado. Nesse dia não se trabalha. Se cair na sexta-feira, ótimo, teremos um final de semana prolongado. Se cair na quinta-feira, ótimo, trabalharemos na sexta-feira normalmente.

É um desrespeito e um absurdo modificar feriado. É feriado para que haja uma comemoração ou reflexão sobre o dia.

Daqui a pouco mudaremos o 7 de setembro, o 25 de dezembro, o 2 de novembro. Assim, teremos sempre um fim de semana prolongado. Absurdo ? É a mesma ideia.

Aparentemente, apenas os feriados ’sem importância’, podem ser mudados. Ninguém liga para o significado do dia, o que ele representa. Mas se o feriado é tão comum ou sem importância, por que ele é feriado ? Se ninguém liga pro dia do professor, muda o feriado para uma melhor conveniência, não seria melhor extingui-lo de uma vez ? Tanta gente reclama que temos feriados demais. Ok, podemos tirar alguns do calendário.

Independência (?) do Brasil

Todo mundo sabe que hoje, 7 de setembro, é feriado.

Essa semana eu descobri que muitos alunos só sabem isso. Pergunte o motivo do feriado e terá como reposta um grande silêncio, que depois de algum tempo será rompido por vários chutes.

Seria engraçado, se não fosse trágico.

Aproveitando o post, vou colocar o Hino Nacional Brasileiro, pode servir para os nossos patriotas cantarem juntos com a seleção brasileira, antes do início dos jogos de futebol.

Hino Nacional Brasileiro

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores.”

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
– “Paz no futuro e glória no passado.”

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!