Sim, senhor – filme
Acabei de ver o filme Sim, senhor.
É, insônia e férias dá nisso, acordado às 4:40 da manhã.
Bem bacana. Não vale um cinema, mas se estiver de bobeira em casa e passar na televisão, é a pedida.
Acabei de ver o filme Sim, senhor.
É, insônia e férias dá nisso, acordado às 4:40 da manhã.
Bem bacana. Não vale um cinema, mas se estiver de bobeira em casa e passar na televisão, é a pedida.
Acabei de assistir ao 11º filme da franquia Star Trek.
O roteiro nos leva ao passado, para conhecermos um pouco da juventude dos tripulantes da Enterprise e como eles se conheceram.
O filme começou com um ritmo muito bom. Mas essa mania de colocar viagens temporais, com passado/futuro possíveis, é uma droga, me estressa. Depois que O Exterminador do futuro 1 fez isso, com perfeição, ninguém deveria abordar o tema novamente.
Nunca fui um fã dos filmes. Não assisti nem a metade dos 11 produzidos.
Era viciado no seriado, que passava na Bandeirantes, lá pela década de 1980.
Para os fãs, é obrigatório. Para os saudosos, que é o meu caso, vale a pena. Para quem nunca viu ou ouviu falar em Star Trek, não é um filme maravilhoso, mas se estiver de bobeira …
Pra finalizar o post: uma foto da Tenente Uhura (cá entre nós, o tempo foi muito cruel com ela)

Aproveitei o feriado e fui ao cinema. Coisa que não fazia faz muito tempo. Vi Anjos e demônios.
O filme não é ruim. O filme é fraquinho.
Talvez o grande problema seja a inevitável comparação com O código da Vinci.
Ao acabar de ver O código da Vinci, a mente está fervilhando, se acostumando com as ideias.
Ao acabar de ver Anjos e demônios, só pensava onde iria fazer uma boquinha.
